GaloLake: como sistema de dados do Atlético pode mudar o futebol brasileiro
GaloLake: como sistema de dados do Atlético pode mudar o futebol brasileiro. Torcida do Atlético-MG faz grande festa na chegada do ônibus da equipe na Arena MRV Na ocasião do empate entre Atlético-MG e Chapecoense no último sábado (19), uma imagem viralizou nas redes sociais.
Torcida do Atlético-MG faz grande festa na chegada do ônibus da equipe na Arena MRV Na ocasião do empate entre Atlético-MG e Chapecoense no último sábado (19), uma imagem viralizou nas redes sociais. No telão, onde os torcedores estão habituados a ver os tradicionais números de público e renda, a Arena MRV expôs dados muito mais elaborados que o normal.
O “Galo Doido Informa” exibiu o número de crianças, de pessoas com mais de 60 anos, de mulheres, da origem dos presentes (cidades e estados) e até mesmo a quantidade de torcedores de “primeira viagem” (estreantes) que ocupavam a casa do Galo naquele dia. Initial plugin text A cena chamou atenção e revelou um alto grau de sofisticação da sistematização de dados - para além da transparência inédita - que o Atlético-MG vem desenvolvendo desde a estreia da Arena MRV, em 27 de agosto de 2023, mas que só agora torna público.
Por trás, uma engenhosa ferramenta tecnológica: a GaloLake, uma plataforma que compila e cruza informações dos dados cadastrais do GaloID, o sistema de registro dos torcedores que, dentre outras finalidades, serve como base para o ingresso por reconhecimento facial - que virou lei no Brasil há três anos. A partir do relatório gerado sobre os ingressos adquiridos para a partida, o programa realiza automaticamente a leitura dos dados e gera relatórios detalhados sobre as mais variadas características do público presente.