A quarta final de Libertadores de um Palmeiras que desafia rivais e até analistas de futebol
A quarta final de Libertadores de um Palmeiras que desafia rivais e até analistas de futebol. Há algo fascinante nos seis anos de Abel Ferreira à frente do Palmeiras.
Há algo fascinante nos seis anos de Abel Ferreira à frente do Palmeiras. Algo que vai além dos tantos títulos, ou da capacidade de mobilizar e reativar, temporada após temporada, a capacidade de competir obsessivamente.
Seus times são um permanente desafio a nossa capacidade de separar gostos pessoais da avaliação da qualidade da execução de uma forma de jogar futebol. O Palmeiras de Abel Ferreira não se preocupa em ser um time “gostável”.
Trabalhos longos têm o mérito de permitir que se defina claramente a identidade de um treinador e de suas equipes, e aparentemente o aspecto estético é a última preocupação do português. E, antes que se crie uma confusão comum ao se analisar times muito mais vencedores do que vistosos, não está escrito em nenhuma cartilha do jogo que times mais cautelosos têm mais compromisso com resultado.